quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Copyleft vs Copyright - A Marxist Critique by Johan Soderberg em Dez partes, parte I

A Marxist critique by Johan Soderberg

Resumo
A questão dos Direitos Autorais nasceu com o capitalismo, e tem sua importância para a formação do sistema até os dias de hoje. Opor-se ao direito autoral pode ser comparado a se opor ao capitalismo. Neste caso, um ponto de partida natural do marxismo seria desafiar a questão dos direitos de autor. Marx estabeleceu um conceito de "intelecto geral", sugerindo que em algum momento um processo de aprendizagem coletiva ultrapassará o trabalho físico como uma força produtiva. Ele oferece um cenário promissor para compreender as realizações da comunidade de software livre. Além disso, as principais preocupações das filosofias hacker, a criatividade e a capacitação tecnológica, tem uma correspondência muito próxima aos conceitos marxistas de alienação, a divisão do trabalho, desqualificação, e de comercialização. No final deste texto, ou autor irá sugerir que o desenvolvimento do software livre fornece um modelo precoce das contradições inerentes a informação dentro do capitalismo, e que o desenvolvimento de software livre tem uma ampla relevância para a futura produção de todas as informações.

Introdução

Na década de 90, programas de computador desenvolvidos por hobbystas cresceu a ponto de se tornar em sérios concorrentes ao software comercial. Hoje o único desafiante para o monopólio da Microsoft nos sistemas operativos, o Windows, é um destes projetos comunitários - Linux. Como a comunidade de software livre e a indústria de informática se confrontam, a posição política do movimento hacker é atualizada. Segundo alguns, o software livre é igual a comunismo [1]. Alguns dentro da comunidade rejeitam veementemente tais vínculos políticos, enquanto outros abraçam o software livre como uma força radical. Vou fazer um caso para que o software livre não é apenas mais um modelo de negócio, como os defensores da ideologia californiana gostariam de nos fazer acreditar, mas sim um projeto político para a mudança social. Embora muitas vezes circulam expressões marxistas em escritos por hackers, tem havido poucas tentativas de uma abrangente análise marxista do software livre. Do mesmo modo, em grande medida radical de teóricos tem ignorado este fenômeno da pirataria, apesar dos recentes interesse em questões de informação, vigilância, Internet e regimes de propriedade intelectual.
A ambição do autor é a de superar a divisão e mostrar que ambos os grupos podem ganhar com a "fertilização cruzada". O artigo com um título endereçado a leitores afeiçoados ao projeto marxista pressupõe um conhecimento básico da terminologia marxista. Tenho traçada a partir de tradições díspares de fontes marxistas, bem como fontes pós-marxistas e não marxistas, sem dar muita atenção às suas diferenças internas. Não é a inteção de levar em conta as posições marxistas sobre o assunto, o autor pretende cruzar a idéia incorporado com a sua investigação sobre o regime de propriedade intelectual. A primeira parte do artigo é teórico, por isso pede aos leitores, por favor, que o suportem, pois irá se revelar útil, uma vez aplicada à realidade do software livre.

Problema

Como pode ser aplicada a teoria marxista para compreender o desenvolvimento do software livre?

Design: Interação Computador e Ser Humano

Vol 2, No 1 (2008) > Stolterman

The Nature of Design Practice and Implications
for Interaction Design Research


Implicações para a Investigação

Existe um crescente interesse na investigação, que visa apoiar projeto. Isto é visto, por exemplo, a forte interesse na noção de concepção da ciência, um conceito recentemente a ser explorado por muitos pesquisadores e intensamente pressionado por agências financiadoras. No National Science Foundation (2004) a sinopse do programa Ciência do Design, diz que, "O complexo interdependências tolhe a nossa capacidade de criar, manter, compreender e controlar esses sistemas." Acrescenta que, a fim de corrigir este problema, "O objetivo do presente Projeto de Ciência solicitação é desenvolver um conjunto de princípios científicos para orientar a concepção de software de sistemas intensivos." A idéia básica parece estar a tornar mais fiável o design, tornando-a mais como "ciência". O sucesso desta iniciativa é, portanto, dependente de quanto dos métodos científicos podem ser transferidos para esta concepção. A medida de sucesso para o programa é indicada por esta proposta: "Dez anos a partir de agora, a concepção, construção, testes, comissionamento, e a modificação do complexo, sistemas intensivos de softwares devem ser baseados em uma abordagem coerente, sistemática dentro do corpo de conhecimentos científicos e racionalização das experiências. "Claro que é possível desenvolver abordagens rigorosas que podem apoiar certas formas específicas de concepção prática, especialmente a concepção de sistemas tecnológicos complexos que necessitam de soluções confiáveis que podem garantir as estruturas e mecanismos estáveis. Diria, porém, que é uma infelicidade se a concepção da ciência abordagem também é aprovada para o desenho de sistemas interativos. Se isso acontecer, é provável que a interação do projeto irá acabar com o uso de abordagens, métodos e técnicas que não são de todo adequados para lidar com a complexidade da interação do design. De fato, é mesmo possível argumentar que, em alguns casos, estas técnicas irão piorar as coisas, pois irá aumentar a complexidade desenho em vez de simplificar. Em vez disso, é necessária para o HCI investigação que visam o apoio à concepção prática inscrever-se numa bem desenvolvida e compreensão do design dentro do processo de concepção. É possível sugerir uma série de atividades de investigação que são necessárias para estabelecer tal entendimento.

Base Teórica
Em termos práticos isto pode significar que as leituras na teoria do design e da filosofia do desenho devem ser postas no IHC currículos e doutorado programas especialmente em IHC. A boa notícia é que há já uma substancial quantidade de literatura que pode servir esta finalidade. HCI para qualquer pesquisador tentando melhorar concepção prática, através da criação e desenvolvimento de abordagens, métodos, técnicas, ferramentas de software ou de apoio, tais leituras também deve ser exigido.

Estudo Prático

Outra implicação para a investigação HCI é que algumas partes que já gastaram tempo e esforço no desenvolvimento de novos modelos, métodos e ferramentas para a prática devem, agora, ser cuidadosas e dedicadas aos estudos detalhados da interação existente na concepção prática. A fim de mudar concepção prática, precisamos de mais investigação que analisa, descobre, analisa e interpreta o que a interação designers já está fazendo.

Racionalidade Ressonância
Estudos de práticas já existentes são importantes, por muitas razões, inclusive a partir de uma perspectiva pedagógica. Praticantes geralmente não são inclinados para ouvir a investigadores que não expressam sincero respeito por sua prática e que não pode mostrar que eles têm uma compreensão profunda das condições prévias e a realidade do que prática.
Esta relação entre prática e a sugerida prática existente tem sido rotulada como racionalidade ressonância (Stolterman, 1994; Russo & Stolterman, 1998). Qualquer tentativa de introduzir uma nova "racionalidade" para a prática tem que ressoam com a já existente racionalidade.

Sem este tipo de ressonância da introdução será extremamente difícil. É razoável supor que, se não é usado pelas abordagens praticantes (como mostrado na Rogers, 2004), não entram em ressonância com as experiências profissionais de natureza prática.
Estudo sério de prática é uma fonte de riqueza inestimável para qualquer área que tenta apoiar uma prática específica.

Formas de apoio no design
Existe a necessidade de estudos sobre que tipo de apoio interação realmente se preocupam com os praticantes de design e que veja a sua utilidade. Algumas pesquisas têm sido conduzidas no âmbito mais geral concepção estudos (Schön, 1983; Krippendorff, 2006). Baseado nesses estudos e similares parece que os (interação) praticantes de design estão inclinados à integração e a utilização:

(i) precisa e simples de técnicas ou instrumentos (esboçar, protótipos, entrevistas, inquéritos, observações, etc),

(ii) quadros que não prescrevem, mas que o apoio reflexão e tomada de decisão (padrões de design, formas de utilização dos protótipos, os estilos de interação, etc),

(iii) vários conceitos que são intrigantes e abertos a interpretações e reflexões sobre a forma como eles podem ser usados (affordance, persona, probe, etc),

(iv) de alto nível teórico e / ou filosóficas idéias e abordagens que ampliam design pensar, mas não prescrevem design ação (prática reflexiva, Concepção centrada no ser humano, a experiência design, design lógica, etc).

Esta lista é pelo menos parcialmente suportada pelos resultados obtidos em Rogers (2004). Não afirmo que a lista está correta ou de qualquer forma completa, mas defendo que estudos mais estreitos e as tentativas de criar uma melhor compreensão de uma lista como essa é uma tarefa importante para a investigação HCI. Tal entendimento seria um imenso campo, em apoio à sua própria tentativa de avaliar e prever a utilidade das tentativas de investigação.

Interação investigação medida de sucesso
Se interação investigação está em condições de fornecer apoio à concepção prática e, em seguida, uma outra questão se torna aparente, ou seja, à forma de medir o sucesso desse tipo de investigação. Rogers (2004) relatórios sobre um estudo no qual o sucesso das abordagens teóricas, na prática, foi medido pela quantidade de praticantes saber sobre as abordagens de investigação que tem desenvolvido e em que medida elas realmente utilizá-los. Esta é naturalmente uma primeira condição para o sucesso.
Se os práticos não prestar atenção aos resultados da investigação que se destina a apoiar práticas então, nada é conseguido. No entanto, o fato de que os métodos utilizados na prática não é necessariamente fazer a investigação bem sucedida. Um método poderá ser usado, mas não em um caminho que conduz aos resultados esperados pelo pesquisador. A questão poderia ser: O método utilizado, com os resultados da investigação, levou a melhoria nas concepções finais?
Toda esta seqüência abre o que poderia ser visto como as perguntas definitivas quando se trata de uma investigação destinada a apoiar a prática.
Estas questões têm a ver com o objetivo da melhoria. O pesquisador que cria o apoio à prática é norteado por alguns valores básicos e subjacentes intenções por trás dele / dela tentativas. O que é que os resultados da investigação, em última análise, é suposto levar a? Trata-se de processo de melhorar a eficiência e a qualidade dos produtos? É para levar as novas concepções inovadoras e criativas? É para levar modelos competitivos para um mercado bem sucedido? Quem é o suposto apoio a servir? Existe uma "final" de cliente? O objetivo é apoiar a concepção prática de uma forma que levaria a um "mundo melhor"? Ciência tradicional é guiada pela busca da verdade, enquanto a investigação no sentido de alterar e melhorar a "realidade" que sempre assume a responsabilidade em relação a quem ou o que ela serve. Isto significa que a investigação HCI, no sentido de alterar a prática existente deverá assumir a responsabilidade de seu próprio e eventual sucesso. Caso ocorra mudança, se realmente praticantes utilizam os resultados da investigação, o que é que isto conduza a pesquisadora e como é o responsável? O argumento geral neste trabalho é que questões como as que foram acima só podem ser atendidas e tratadas caso a investigação está baseada em uma estrutura bem desenvolvida compreensão da concepção prática.

Conclusão
Este estudo baseia-se na idéia de que temos necessidade de reconhecer e aceitar a complexidade como um design prático e real problema que enfrenta a cada interação designer. Precisamos também de aceitar que a concepção complexidade não é algo que pode ser tratado pela utilização de abordagens e ferramentas destinadas a reduzir a complexidade do "empréstimo" a partir de métodos e abordagens ao domínio da ciência.
Em vez disso, desenho disciplinas como a interação design têm de desenvolver e fomentar a sua própria abordagem do design para o ensino e a prática. A boa notícia é que não precisamos começar do nada. Existem uma série de excelente design e design teoria filosofia obras produzidas por pensadores design contemporâneo.
Esses autores ao longo das últimas décadas têm produzido uma intelectualmente rica e diversificada base de conhecimento e insights que o projeto está bem adaptado para o campo de interação design. Existe ainda um sólido entendimento da natureza do projeto entre os profissionais qualificados. Esta é uma fonte que não foi totalmente explorada e explorada em relação ao potencial valor que ela traria. Portanto, há muito trabalho a ser feito. A prática de base e filosoficamente boa compreensão da interação concepção prática pode ser desenvolvida em um rico e bem fundamentado e rigoroso conjunto de métodos e técnicas de desenho disciplinado, adequado às necessidades e desejos dos designers que prática.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Medidas empresariais segundo Reich

O processo produtivo, que antes se centrava no desenvolvimento de máquinas pesadas, e tinha com principal fator motor novas linhas de produções em grande escala, agora tem como fatores predominantes a microeletrônica e a biotecnologia. Fatores estes que necessitam de uma atividade voltada intensivamente para a informação.

O conhecimento é o fator predominante para atuar no mercado de trabalho.

As empresas que são agentes dessa revolução, e para isso devem tomar a atitude de inovar o sistema produtivo, ser flexível, pensar na estrutura horizontal, ter áreas integradas, atualização e troca de informações entre os funcionários, rotatividade de funções, contratação de pessoal jovem com formação atualizada.

Segundo Robert B. Reich as empresas que estão sobrevivendo e sobreviverão a nível mundial estão mudando.

Pensando em atendimento personalizado, individualizado e focalizado na necessidade que o cliente tenha no momento, independente de sua localização.

As habilidades que essas empresas precisam ter são:

  1. Habilidade de resolver problemas, encontrar soluções;
  2. Habilidade para auxiliar os clientes entendendo suas necessidades, e assim personalizar seus serviços.
  3. Habilidades em fazer com que os solucionadores de problemas estejam trabalhando em conjunto com os identificadores de problemas.

Reich diz ainda que “cada participante está a procura de idéias que impulsionam o grupo para adiante”.

È necessário prover formas que levem mais integração entre os gestores e trabalhadores.. O papel das organizações que buscam essa melhoria é a de preparar o terreno para as inovações utilizando das integrações e mecanismos de autocontrole, que leve, entre outras coisas, a responsabilidade do gestor para o gerido. Pois nesta troca e transferências a empresa acaba se beneficiando.

As formas que serão partilhados os benefícios desse novo arranjo é algo que deve sempre ser discutida. Pois isso eleva o status do trabalhador com a vantagem da empresa elevar seu nível competitivo.

domingo, 7 de setembro de 2008

ECIB - Estudos da Competitividade Brasileira

Em 1993, sob a coordenação do prof. Luciano Coutinho, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com financiamento do projeto do ministério da Ciência e da Tecnologia/Banco Interamericano do Desenvolvimento (MCT/BIRD) foi elaborado um conjunto de Estudos da Competitividade Brasileira. ECIB.

A ECIB analisou oito complexos que são:

1 Agroindústria

2 Químico

3 Metalmecânico

4 Eletrônico

5 Celulose

6 Material de Construção

7 Extracomplexo (Indústria Mobileira)

Os três pilares recomendado pela ECIB para o Desenvolvimento Tecnológico são:

Políticas que articulem: Ordenamento macroeconômico; desenvolvimento de infraestruturação produtiva e tecnológica; implementação de regulação que induzam comportamentos competitivos e ações de fomento ao estimulo a modernização das empresas do trabalho.

Num novo estilo de desenvolvimento fundado em novas relações entre Estado, Setor Privado e Sociedade; para isto é necessário ampliar espaços e renovar pautas de negociação entre os agentes econômicos, orientados para o desenvolvimento competitivo da indústria.

Na legitimação e na busca de coesão social em trono dos objetivos da competitividade, de tal forma que o comportamento dos atores sociais fundamentais (empresários e trabalhadores) se oriente para distribuição eqüitativa dos ganhos e benefícios deste Processo.

O ECIB traz recomendações quanto ‘as estratégias que as empresas brasileiras podem utilizar na busca da sua capacitação tecnológica para a competitividade:

  • Elevação de modo gradual e sustentado da capacitação em inovação;
  • Aprofundamento e difusão das inovações organizacionais;
  • Mudança qualitativa na relação com os fornecedores,
  • Interação com usuários e consumidores;
  • Busca de sinergia interna nas estratégias de diversificação;
  • Captura de sinergias através de alianças e acordos de cooperação;
  • Avanço na organização de novas bases financeiras e na parceria entre banco indústria.

Hélio Gomes de Carvalho lembra ainda que, mesmo com essas recomendações, não devemos esquecer vantagem da indústria brasileira que é o tamanho do mercado interno. Isto pode ajudar a melhorar este avanço de competitividade a nível global.

O Prof. José Adeodato de Souza Neto, em 1992, escreveu a Organização e Dinâmica da Relação Governo Setor-Produtivo para o Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (envolvendo a Política Indústria e de Comércio Exterior – PICR, o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade – PBQP, o Programa de Capacitação da Indústria - PCI e o Programa de Apoio ‘a Capacitação Tecnológica da Indústria) através da qual verificou em que medida as estruturas e os instrumentos dos órgãos e agências apresentavam compatibilidade e adequação e com as políticas.

Tanto com Souza Neto, quanto com Coutinho e Ferraz, a necessidade de um novo tipo de relação entre os agentes econômicos é ressaltada. Através de parceria efetiva e da articulação sistêmica que deve substituir a tradicional liderança unilateral do Estado. Processos de efetiva cooperação que devem ser ajustados e desenvolvidos atendendo as necessidades e características de cada parte envolvida, sem esquecer do objetivo de fomentar a competitividade. Isso leva ao desenvolvimento, geração de empregos com qualidade e melhoria na qualidade de vida da população.

Olhando para trás para conhecer o presente

A questão relevante não se trata da inserção do Brasil no Mercado Internacional, porém a forma como se deve fazer a abertura e a inserção. (Velosso.1994).

Já perceberam que a maioria das citações neste estudo tem mais de 10 aos e o que é relevante agora difere do que era relevante em 1994? Bom, tenho que estudar este artigo e então é bom entender o que acontecia na década de 90. O Brasil queria entrar no mercado externo, a qualquer custo, houve perda do sentimento nacionalista, buscava-se credibilidade internacional à custa do fundamento macroeconômico do interesse nacional. O país estava excessivamente endividado, mas o combate à inflação era um fator importante para esta entrada, a poupança externa era compensada com a diminuição da poupança interna, em 1998 essa credibilidade que estava sendo ganha se evaporou, em 2002 toda a política neoliberal presente no artigo que estou estudando perdia força. Já na década de 90, o êxito americano que ainda sustentava pelo sucesso financeiro perde com o declínio da economia americana.
O globalista, ou entreguista pareceu-me mais uma demonstração da incapacidade do país.

sábado, 6 de setembro de 2008

PDTI/PDTA (Programa de Desenvolvimento da Indústria e da Agropecuária

O aumento do custo de pesquisa e desenvolvimento é repassado assim como a redução da durabilidade dos produtos. Existe então uma cobertura de riscos, uma indução de projetos (indução é quando tiramos de uma idéia particular uma idéia geral,não parece algo arriscado?! Porém esta palavra é usada pelo autor que estou estudando como orientação, levar alguém para fazer algo). Oferta de subsídios (ajuda ‘as empresas e empreendimentos) e suporte a reestruturação de setores. O ministério da ciência e tecnologia do Brasil (MCT), através das Leis 8661/93, que aborda incentivos fiscais para capacitação tecnológica da indústria e Agropecuária – PDTI/PDTA (Programa de Desenvolvimento da Indústria e da Agropecuária).

Com o objetivo de estimular investimentos privados em pesquisa e inovação, decisivos para aumentar o nível de competitividade das empresas brasileiras, foram criados pela Lei 8.661/93 e regulamentada pelo Decreto 949/93, alterada pela Lei 9.532/97, os incentivos fiscais para a capacitação tecnológica da indústria e da agropecuária.

Finalidade
O PDTI/PDTA têm por objetivo a capacitação tecnológica da indústrias e da agropecuária brasileira, visando a geração de novos produtos, processos ou evidente aprimoramento de suas características.

Quem pode participar
Empresas instaladas no País, isoladamente, associações de empresas e associações entre empresas e entidades de pesquisa, que, para fins de desenvolvimento tecnológico, invistam em:

  • Pesquisa básica dirigida
  • Pesquisa dirigida
  • Desenvolvimento experimental
  • Serviço de apoio técnico

Como apresentar
O PDTI/A deve ser apresentado conforme formulários estabelecidos pelo MCT, a serem preenchidos com as informações básicas da empresa interessada e entregue em alguma agencia da FINEP.

Parece o mundo dos sonhos, mas quando eu vejo o físico teórico experimental sem mercado de trabalho, onde o engenheiro e o advogado recebem os cargos destes, vejo um empecilho cultural de raízes do tempo do império.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Tecnologia de alto custo.

No artigo que estou estudando, Hélio Gomes transcreve a seguinte frase:
“Novas tecnologias corroem, equalizam ou propulsionam a vantagem comparativa de uma empresa, garantindo a sua sobrevivência ou condenado-a ao desaparecimento”.
Prof. Jacques Macovitch da FEA/USP (ex-reitor) e atual secretário da economia e planejamento. Fica a pergunta, como a tecnologia pode corroer uma empresa. Na edição deste artigo citado, que foi publicado em abril/junho 1991 Revista de Administração São Paulo volume 26 no 2 página 12 a 21. Ele comenta que a “disseminação da mentalidade tecnológica entre a maioria das empresas é lenta em economias corroídas pelo vírus da inflação que mina as forças de um sistema produtivo”. Conclui o pensamento dizendo que os empresários são atraídos para um mercado financeiro especulativo.
O pensamento corrente é que empresas com espírito empreendedor, equipando-se com novas tecnologias e aprendendo o melhor uso são capazes de enfrentar um mercado competitivo.
Os fatores importantes são o conhecimento tecnológico, competência organizacional, finanças, experiência de produção, rede de fornecedores e clientes, conhecimento do mercado, as empresas usam da tecnologia como instrumento competitivo. Mas o fator custo tecnológico em suas atualizações tende a se tornar caro e, assim as vantagens menores para um mercado sustentável.